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Ponto de entrada · Ciclo anual

Cyber Culture

Segurança vira comportamento,
não campanha de outubro.

Simulações de phishing segmentadas, workshops executivos e trilhas de treinamento contínuo, com indicadores medidos por área. O elo humano deixa de ser suposição e passa a ser número.

Taxa de clique por área · ciclo atual
Comercial 27%
Operações 20%
Financeiro 15%
RH 11%
Diretoria 7%
TI 4%

Exemplo ilustrativo

Simulações
5 a 6 por ano
Trilhas
Por nível
Medição
Por área
Modelo
Contínuo
Contratação Pode ser contratado de forma independente ou como uma das frentes do Governance as a Service.
O contexto

O controle mais caro falha se a pessoa abrir a porta.

Organizações investem em ferramenta e esquecem que a maioria dos incidentes começa por um comportamento simples: um clique, uma senha compartilhada, um anexo aberto sem pensar.

01

Campanha anual não muda hábito

Palestra única em outubro gera lembrança por duas semanas. Comportamento só muda com repetição e medição ao longo do ano.

02

Ninguém sabe o número real

Sem simulação, a taxa de clique da organização é palpite. Sem medição por área, não há como priorizar onde atuar primeiro.

03

Diretoria não é operação

Conselho e diretoria enfrentam vetores diferentes, como fraude de pagamento e engenharia social dirigida. Treinamento genérico não os alcança.

Executivo diante do skyline urbano

Conscientização não é evento.
É indicador.

Se não dá para medir a evolução, foi comunicação interna, não gestão de risco.

Os três componentes

Medir, formar e sustentar.

Cada componente resolve uma parte do problema. Juntos, transformam conscientização em um ciclo que se retroalimenta ao longo do ano.

01

Simulações de phishing

O número real, não o número que se imagina.

  • Cenários adaptados ao contexto e ao setor
  • Segmentação por área, cargo e exposição
  • Orientação educativa imediata a quem clica
  • Medição de reincidência e reporte correto
02

Workshops executivos

A conversa que a diretoria precisa ter, na linguagem dela.

  • Fraude de pagamento e engenharia social dirigida
  • Responsabilidade legal e dever de diligência
  • Simulação de decisão em cenário de incidente
  • Sessões operacionais para as demais áreas
03

Treinamentos contínuos

Repetição espaçada, não maratona anual.

  • Módulos curtos distribuídos ao longo do ano
  • Reforço dirigido às áreas com maior reincidência
  • Integração com onboarding de novos colaboradores
  • Evidência de participação para auditoria
Evidência

O que muda ao longo do ciclo.

Simulações de phishing · taxa de clique
31%Ciclo 123%Ciclo 215%Ciclo 39%Ciclo 46%Ciclo 5

Exemplo ilustrativo

Trilhas por público · conclusão
Diretoria e conselho 100%
Gestores de área 94%
Financeiro e compras 91%
Colaboradores gerais 86%
Novos colaboradores 78%
Reincidência
4%
Reporte correto
68%
Workshops
8

Exemplo ilustrativo

Como funciona

Um ciclo que se corrige com os próprios dados.

Cada rodada informa a seguinte. O treinamento não é genérico: ele responde ao que a simulação anterior revelou.

01
Medir
Simulação inicial define a linha de base
02
Segmentar
Áreas de maior exposição identificadas
03
Formar
Trilhas e workshops dirigidos por público
04
Reavaliar
Nova simulação mede o efeito real
05
Reportar
Indicadores levados à diretoria
Para quem

Para quem precisa provar que o time está preparado.

CEO

Reduzir o vetor de risco mais barato de explorar e mais caro de ignorar.

CIO / CTO

Diminuir incidentes que nenhuma ferramenta consegue bloquear sozinha.

RH

Programa estruturado de formação, com evidência de participação e conclusão.

Compliance

Comprovação documentada de treinamento para auditoria e requisitos regulatórios.

Financeiro

Proteção direta contra fraude de pagamento e golpe de troca de boleto.

Conselhos

Indicador objetivo de maturidade comportamental, não relato subjetivo.

Perguntas frequentes

O que a liderança costuma perguntar.

Com que frequência são feitas as simulações de phishing?+

A cadência recomendada é bimestral, com cinco a seis ciclos por ano. A frequência é calibrada conforme o tamanho da base e o nível de maturidade observado nos primeiros resultados.

As simulações expõem ou constrangem quem clica?+

Não. Os resultados são tratados de forma agregada por área. Quem clica recebe orientação imediata e educativa, sem exposição individual. O objetivo é medir e corrigir comportamento, não punir pessoas.

Os workshops são iguais para todos os níveis?+

Não. Há trilhas distintas: sessões executivas para diretoria e conselho, focadas em decisão e responsabilidade, e trilhas operacionais para as demais áreas, focadas em comportamento cotidiano.

Cyber Culture pode ser contratado sozinho?+

Sim. É uma porta de entrada independente, com contrato próprio. Também faz parte do Governance as a Service, para quem contrata o programa completo de governança contínua.

Como os resultados chegam à diretoria?+

Taxa de clique, reincidência, reporte correto e conclusão de trilhas são consolidados por área e apresentados em relatório executivo, integráveis ao comitê trimestral de governança.

Próximo passo

Vamos conversar sobre o seu cenário.

Sem compromisso e sem instalação de ferramenta. Uma conversa inicial é suficiente para definir escopo, prazo e formato.

01

Conversa inicial

Uma reunião para entender o contexto de negócio, a maturidade atual e as prioridades da liderança.

02

Definição de escopo

Alinhamento de abrangência, prazo e formato, com as áreas e as partes envolvidas identificadas.

03

Proposta

Um documento objetivo com escopo, entregáveis e cronograma, pronto para decisão.

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